Austin Butler para o “Just Jared Spotlight”

Austin Butler é um verdadeiro artista. Aos 24 anos, já trabalho como ator, modelo, e cantor. Em seu tempo livre, ele se ocupa tocando guitarra e tirando fotos.  Ele gosta de natureza, tem um senso eclética para a moda, e centra a sua vida em torno do conceito de gratidão. Essencialmente, ele é o pacote completo. Mas, enquanto ele joga para vários lados, se sente mais em casa na frente da câmera.

Apesar dele parecer sossegado e em paz nas telas, Butler diz que atrás das cenas, ele é uma pessoa privada e tímida. Ele admite que a atenção da mídia que segue ele e sua namorada, Vanessa Hudgens, pode ser um pouco demais as vezes, mas é rápido em explicar que ele ama cada minuto do que ele faz para viver e é eternamente grato aos seus fãs. Ele pode se identificar afinal, ele conta que quando conheceu Meryl Streep e Daniel Day Lewis, ele ficou todo maravilhado como um fã. Nativo de Anaheim, na Califórnia, ele dá créditos a sua profissão por ajudar a tira-lo de sua bolha quando criança. “Eu descobri que quando eu era criança, eu me escondia brincando de ‘faz de conta’. E eu acabei tropeçando em atuação. É a única coisa que eu encontrei uma paixão por.

Desde que estreou sua carreira de ator en 2005, Butler já interpretou um bad boy (The Carrie Diaries), um cleptomaníaco obcecado com celebridades (The Bling Ring), e um adolescente caçador de extraterrestres (Aliens in the Attic). Ele então atuou ao lado de Johnny Depp e filha, Lily-Rose, na comédia de horror de Kevin Smith, Yoga Hosers, que estreiou no Sundance Film Festival em Janeiro. Foi uma experiência que Butler disse ter sido mágica, já que o ator de Piratas do Caribe tem sido uma grande inspiração pra ele. “Assistir ele trabalhar é a coisa mais surreal! Ele tem sido meu favorito desde antes de eu pensar em atuar.

Em seu próximo projeto, Austin está preparando para nos mostrar seu lado aventureiro, interpretando Wil Ohmsford na série de fantasia/ficção cientifica da MTV, The Shannara Chronicles. A série, que estréia dia 5 de Janeiro, seguirá Wil, Amberle Elessedil (Poppy Drayton), e amigos quando eles partem para uma missão para proteger a as Quatro Terras, na Terra pós apocalíptica. No mundo de Shannara, Butler interpretará um meio humano/meio elfo que possui orelhas meio pontudas escondidas pelas suas madeixas loiras, é armado com um arsenal de habilidades de luta com espadas, e galopar em seu cavalo chamado Cricket. Ele também é jogado de um lado para outro em um triangulo amoroso que envolve ele, a princesa elfa Amberle e a maravilhosa mortal Eretria (Ivana Baquero).

Em adição á já se tornar o favorito dos fãs com a audiência de Shannara, Austin fez uma baita duma primeira impressão para os atores que com ele trabalharam na série:

Trabalhar com Austin foi bastante especial. Ele tem uma energia muito calorosa e acolhedora e tem a capacidade de fazer você se sentir confortável e à vontade,” contou Ivana Baquero. “Sua natureza bondosa não passa despercebida, todos em torno dele o ama e gosta de trabalhar com ele.” Marcus Vanco, que intepreta Bandon na série, diz que depois de assistir o quão presente e atento Austin estava no set, ele não tem dúvida de que o jovem ator vai longe em sua carreira. “Eu gostei de trabalhar com Austin pois ele estava aberto a qualquer tipo de processo interposto por outro ator, fazendo as cenas mais como uma colaboração divertida do que uma dança complicada. Eu não ficaria surpreso se sua carreira decolasse ainda mais do que já está,” ele explica.

Just Jared: Estamos muito animados para vê-lo como Wil Ohmsford em The Shannara Chronicles. O que te atraiu para o papel?
Austin Butler: A humanidade dos personagens. Eu realmente não tinha intepretado um personagem que realmente não sabe o que está fazendo. Ele começa muito ingênuo e ele é muito como um peixe fora d’água. Ele, então, disse que ele tem que salvar o mundo e ele tem que ir nessa missão épica então ele tem que encontrar o herói dentro de si mesmo. Eu amo isso porque é algo que surge na vida real, quando algum desafio surge e você tem que encontrar o herói em você que pode superar isso. Quando eu li o roteiro e me dei conta do que Wil está passando, ele me lembrou muito de mim mesmo, tendo às vezes que fingiraté que você consiga o que quer. E isso é tipo o que ele faz quando ele não sabe o que está fazendo. E até mesmo aprendi no caminho, estando sozinho em Nova Zelândia e encontrando aonde o garoto dentro de mim está e aonde o homem está nascendo dali, é legal como a arte pode imitar a vida.

JJ: Ouvimos dizer que há um triângulo amoroso complicado em que seu personagem vai estar enrolado em. Isso foi divertido de interpretar nesse mundo?
AB: Não há quase nada mais confuso do que uma mulher com real força de vontade, e quando você está cercado por duas delas no meio de tentar salvar o mundo, isso realmente contribui para algum drama!

JJ: Você chegou a ter quaisquer aventuras divertidas enquanto filmava na Nova Zelândia?
AB: Estar fora na Nova Zelândia foi incrível. Eu não tive muitos dias de folga, mas em meus dias de folga, eu alugava um carro e dirigir por lá. Eu ia fazer caminhadas e nadar em uma cachoeira. Eles tinham todas estas praias de areia preta com ninguém lá. Eu encontrei todas essas coisas legais para fazer lá.

JJ: Falando de aventuras, dizem por ai que você teve sua própria aprendendo a se reconectar com passeios a cavalo.
AB: Meu avô era um cowboy. Ele laçava gado no Texas e Arizona. Crescendo, eu iria vê-lo, talvez uma vez por ano e ele sempre me colocava em um cavalo em algum ponto. Mas a cada vez eu tinha que aprender de novo. Então eu me senti muito, muito novo. Mas eu fui para a Nova Zelândia um mês antes e eu passei todos os dias com o meu cavalo. Foi incrível poder ter esse tempo para descobrir como montar e como selra o cavalo.

JJ: Há muita ação e combates nesta série. Você adquiriu qualquer novas habilidades loucas ao treinar para o papel?
AB: Yeah. Eu treinei bastante luta com espadas. E eu não pude mostrar muito isso nessa temporada. Mas eu fiz Kali quando criança, que é uma luta Filipino com bastões. Então eu meio que tenho uma base nisso e eu acabei aprendendo como fazer todas essas coisas legais. Então talvez, se fizermos outra temporada, eu poderei mostrar um pouco mais disso tudo.

JJ: As orelhas de elfo eram confortáveis? Qual o segredo delas?
AB: Você realmente se acostuma com as orelhas de elfo. Demora aproximadamente 45 minutos para colocá-las. Então me buscavam em meu apartamento, tipo, ás 3 horas da manhã porque você tem que estar no set cedo, antes do sol nascer. Então essa foi a parte difícil. Eu não sou muito uma pessoa matutina, então eu tinha que acordar extremamente cedo por isso. Mas as orelhas, você se acostumas com elas, e é incrível como elas ficam fixas, eu tinha que fazer cenas nas quais eu estava nadando, ou caindo de cavalos, ou em um lago e as orelhas continuavam lá. É incrível o que você pode fazer com prostéticos.

JJ: Antes de ir pra esse papel, você já era um fã desse mundo de fantasia e Sci-Fi?
AB: Eu sempre fui um fã. Eu acho que com fantasia, é fácil de se entreter com. É ótimo poder ir em um cinema escuro, ou desligar as luzes de sua casa, e então ser sugado pra dentro desse mundo. Eu me lembro de assistir Star Wars quando eu era criança quando eles re-lançaram os filmes originais. Eu não sabia nem ler ainda, mas meu tio me levou assistir e lia para mim as escritas da abertura do filme. E eu apenas me lembro de ter ficado tão fascinado e pensando “Eu quero ser Luke Skywalker.”

JJ: Por ter crescido na Califórnia, você sempre quis ser ator? Ou você simplesmente acabou se tornando ator?
AB: Eu sempre fui muito tímido. Esse é o porquê ficar na frente das câmeras desse jeito é desconfortavel. Eu descobri que quando criança, eu me escondia brincando de faz-de-conta. Foi ai quando eu saia da minha bolha. Eu me vestiria como um homem velho ou alguma ou alguma outra coisa e saia nas ruas com minha mãe. Eu sairia da minha bolha fazendo isso. Então eu acabei tropeçando em atuar. Atuar é uma das coisas que eu tenho paixão por.

JJ: É verdade que você começou após ser descoberto por um agente na Orange County Fair?
AB: Então… a história de Orange County Fair, isso é mais ou menos verdade. O filho do meu padrasto foi descoberto. Ele era uma criança branca que queria um cabelo Afro e seu pai era cabeleireiro. Então ele fez em seu filho esse cabelo todo enrolado, e depois fez permanente. Ele estava na Orange County Fair e esse caçador de talentos chegou pra ele e disse, “Você tem uma aparência tão única. Você deveria ir pra LA e fazer audições para ser extra.” Então eu fui com ele e eu estava planejando em fazer nada, mas eles disseram “Você também deveria fazer!” e foi assim que eu comecei sendo extra quando criança. Eu devo tudo ao cabelo Afro do filho do meu padrasto!

JJ: Hannah Montana foi um fenômeno da cultura pop. Foi louco participar dessa série?
AB: Yeah! Eu era uma criança quando fiz Hannah Montana. Foi uma das primeiras coisas que eu fiz. Todos eramos jovens – Miley [Cyrus] e Mitchel [Musso]. Há uma boa qualidade em ser jovem e ator porque você quase não percebe o que está fazendo; você está basicamente só brincando com outras crianças. E é por isso que quando eu assisto crianças, em seus 3 anos de idades mais ou menos, é incrível. É quase como assistir um animal ou algo assim. Eles não sabem muito bem o que está acontecendo e eles realmente dão seu máximo. E esse é o porquê de as vezes algumas crianças roubarem a cena. Mas eu comecei um pouco depois disso, então eu sabia e ficava um pouco nervoso. Eu assisti um episódio de Hanna Montana um dia e eu era tão horrível, e eu apenas me lembro de estar nervoso.

JJ: Você fez o filme Yoga Hosers recentemente. Qual a diferença entra trabalhar em filmes e trabalhar na TV?
AB: Tanto a TV quanto o cinema tem seu próprio charme. Na TV, você pega um novo roteiro a cada semana então você não sabe muito o que fará e tem todo esse mistério envolvido e você está constantemente fazendo coisas novas toda semana. Mas filmes tem um lugar especial em meu coração por causa do fato que você sabe o começo, o meio, e o fim. Então você pode realmente conhecer e preparar seu persoangem mais. Eu gosto.

JJ: Você sempre parece estar á frente da moda. Você tem algum modelo que você se inspira?
AB: Depende do meu humor. Algumas vezes eu só quero vestir umas roupas largas e estar realmente confortável. Caras como Johnny Depp, quando você a maneira como ele se veste, é incrível. Mas caras que eu sempre estou me inspirando são Paul Newman e Steve McQueen e James Dean. Eu acho que porque eu tenho cabelo longo agora, eu tendo a me vestir amis como Johnny ou aqueles caras que vestem roupas mais largas.

JJ: Você tem trabalhado com vários nomes icônicos da indústria do cinema. Qual é um com que você trabalhou que te deixou completamente fascinado? 
AB: Johnny Depp. Assistir ele trabalha é a coisa mais surreal. Ele tem sido meu favorito desde quando eu era bem jovem, antes mesmo de eu pensar em atuar. Então assistir ele no set e a variedade de como ele trabalha e seu profissionalismo é diferente de qualquer um que eu já vi. Ele não só sabe as palavras das páginas, do roteiro, do começo ao fim, mas ele também pode improvisar como se não fosse da conta de ninguém. É como assistir truque de mágicas de perto. É tão impressionante. Você não consegue ver aonde a carta vai. Me dá arrepios ver isso.

JJ: Em adição a atuar, você tem um lado musical. Você pensa em um dia lançar um álbum?
AB: Bom eu toco guitarra e piano desde que eu era bem jovem e isso sempre tem sido a coisa que é mais próxima de minha alma, eu penso. Então eu costumo tocar como uma forma de terapia. Mas eu não sei o que me espera no futuro. Em algum ponto talvez eu lance.

JJ: Qual é sua inspiração musical?
AB: Radiohead é um dos meus favoritos, e The Beatles. Eu tenho um gosto bem eclético. Eu também amo Sigur Rós e eu tenho curtido bastante músicos islandês, como Björk e Olafur Arnalds. Então, eu gosto desse tipo de música experimental.

JJ: Então se você gravasse um álbum, você faria tudo e iria ser uma banda com um integrante só.
AB: Yeah. Eu precisaria de um baterista. Isso é o que eu precisaria.

JJ: Você e Vanessa recentemente fizeram uma viagem pelas estradas do Estados Unidos. Quão incrível foi isso?
AB: Oh, foi incrível! Fomos de Nova Iorque para Los Angeles. Eu pude conhecer tantas pessoas únicas e diferentes que eu nunca teria a chance de conhecer. E eu percebi que quando estou na estrada, não é sobre qual é o nosso destino, mas é sobre a nossa jornada. E eu acho que é simbólico de uma maneira que ensina tantas lições que eu posse levar para a vida. É glorioso.

JJ: Vocês tiveram alguma aventura louca no meio do caminho?
AB: Sim! Nosso pneu estourou em um ponto e eu tive que mudar o pneu e você está no lado da estrada no Sudoeste e há cactus em todos os lugares. Foi incrível.

JJ: O que os inspirou fazer essa viagem?
AB: Talvez Jack Kerouac, eu acho.

JJ: Quais foram alguns de seus momentos favoritos ao longo do caminho?
AB: Eu vim à conclusão de que eu faço mochilas sem muita coisa e, em então, se há alguma coisa que eu preciso, eu apenas compro ao longo do caminho em uma pequena loja ou algo assim. Gostávamos de ir para essas pequenas lojas vintage e encontrar uma camisa por US$ 2 ou algo assim. Eu ainda as uso. Eu amo isso. Eu achei algumas jóias nativas americana bem legais. Em Madrid, New Mexico, há um lugar que é uma taberna em um poço de mina e você vai para baixo e há um bar lá em baixo e é aparentemente assombrada. Você entra e eles vão te contam estas histórias de fantasmas e você pode jogar bilhar e beber um pouco de uísque, se você quiser. Eles tem essa cultura rica lá, eu adorei.

JJ: Qual sua principal neura?
AB: Quando estou jantando com alguém e essa pessoa está no telefone. Eu acho que está meio perdida a arte de conversação e então eu sempre tento manter meu celular longe de mim quando eu estou com alguém por perto.

JJ: Qual é seu prazer culposo?
AB: Chocolate coberto com amêndoas e sal marinho. Eu fico louco por!

JJ: Você assiste seus trabalhos ou é difícil?
AB: Eu realmente não gosto de me assistir e para a maior parte eu nunca vou me assistir. Eu trabalhei com Kevin Smith em Yoga Hosers e eu realmente respeito a maneira que ele dirigiu. Ele me disse: “É muito importante assistir a si mesmo.” Então ele dirigia dizendo, “Hey, venha para a tela e assista a essa cena.” E então era muito desconfortável para mim ter de me assistir, mas, em seguida, ele me explicou sobre esse processo e era algo muito útil. Assim, em casos como esse, ele pode ser uma ferramenta útil, mas para a maior parte eu fico longe de qualquer tela em que eu estou. Eu normalmente escolho separadamente a autenticidade de cada momento onde eu vou, “Isso era realmente autêntico?”, e muitas vezes eu vou lembrar do dia em que estávamos filmando e o que estava passando pela minha mente naquele momento. Mas quando você está ‘brincando de faz de conta para viver’, eu só quero ser o mais autêntico possível.

JJ: Qual é o problema sobre estar no olho do público que você acha difícil?
AB: É só a total falta de privacidade. Eu sempre fui uma pessoa muito tímida e então isso é bastante invasivo. Isso vem com estar nessa linha de trabalho, e eu sou muito grato a ser capaz de fazer o que faço. Eu amo isso e eu adoro atuar. Eu adoro estar no set. Eu amo toda a prática do cinema, mas a falta de privacidade é difícil. Os fãs são incríveis, porque na maioria das vezes é só o amor que eles estão enviando a você. É lindo. Eu sei que quando eu assisto determinados atores ou se eu assistir Thom Yorke cantar no palco, eu fico emocionalmente afetado por ele. Eu acho que isso é o que todos nós estamos lutando por, nessa ramo, e isso é uma coisa tão bonita que acontece entre duas pessoas que podem até nunca se conhecer. Então, quando você começa a conhecer alguém que foi afetado dessa forma, é incrível.

JJ: Existe um determinado artista/ator que você conheceu pessoalmente e agiu totalmente como um fã?
AB: Sim. Meryl Streep e Daniel Day Lewis foram os dois para mim que eu mais fiquei incrédulo. E só para dizer-lhes o quanto eles me afetaram ao longo dos anos e o quão eles são uma fonte de inspiração, é difícil de conseguir achar as palavras para dizer algo quando você respeita alguém esse tanto. Mas ambos têm esse brilho sobre eles que é incrível.

JJ: Há alguma tradição divertida de feriados em sua família?
AB: Eu sempre fui parte de uma família que quer acreditar ou que acredita em magia de alguma maneira. Então, eu acreditava em Papai Noel até que eu ficar bem velho. Eu não sei quando eu finalmente tomei a decisão de não acreditar, mas acho que eu queria acreditar tanto que pode ter sido durante meus 11 ou 12 anos. Minha mãe começou esta tradição, onde nós jogamos comida de renas na noite antes do Natal e é basicamente farinha de aveia que tem brilho nela. Eu tenho feito isso desde que eu era um garotinho. E então você jogar isso na noite anterior, supostamente para atrair as renas do Papai Noel. Esse é um dos meus favoritos.

JJ: O que te deixa mais ansioso sobre 2016?
AB: Eu amo o ano novo. Eu amo a sensação de frescura que vem. Este ano, eu só quero concentrar em aproveitar cada dia o máximo que eu puder, e realmente criar o máximo de momentos mágicos que eu puder. Porque eu sinto que no fim de nossas vidas, essas são as coisas que iremos realmente nos lembrar.

    
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